Foi só pesquisar no Google “professora porno demitida” e a gente achou, entre outras, estas aqui:
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O machismo foi criado pelas mulheres – parte 7: porque até as feministas são moralistas? (e porque os homens machistas falam igual a sua avó?)
Eso texto en español (sin fotos e peliculas de putaría, en lo Concrete Paradise): El machismo fue creado por las mujeres – parte 7: ¿por qué incluso las feministas son moralistas? (¿y por qué los hombres machistas hablar como tu abuela?), http://avezdoshomens2.wordpress.com/2012/04/30/el-machismo-fue-creado-por-las-mujeres-parte-7/ Eso texto en español (con fotos e peliculas de putaría, en lo Paraíso Tangible): El machismo fue creado por las mujeres – parte 7: ¿por qué incluso las feministas son moralistas? (¿y por qué los hombres machistas hablar como tu abuela?), http://avezdoshomens2.blogspot.com/2012/04/el-machismo-fue-creado-por-las-mujeres.html This text in English (without sex pics and movies, at Concrete Paradise): Machismo was created by women – part 7: why even feminists are moralistic? (and why the macho males talk like your grandmother?), http://avezdoshomens2.wordpress.com/2012/04/30/machismo-was-created-by-women-part-7/ This text in English (with sex pics and movies, at Paraíso Tangible): Machismo was created by women – part 7: why even feminists are moralistic? (and why the macho males talk like your grandmother?), http://avezdoshomens2.blogspot.com/2012/04/machismo-was-created-by-women-part-7.html Texto original em português (sem fotos e vídeos de putaria, no A Vez das Mulheres de Verdade): O machismo foi criado pelas mulheres – parte 7: porque até as feministas são moralistas? (e porque os homens machistas falam igual a sua avó?), http://avezdasmulheres.wordpress.com/2012/04/30/o-machismo-foi-criado-pelas-mulheres-parte-7/ Texto original em português (com fotos e vídeos de putaria, no A Vez dos Homens que Prestam): O machismo foi criado pelas mulheres – parte 7: porque até as feministas são moralistas? (e porque os homens machistas falam igual a sua avó?), http://avezdoshomens.blogspot.com/2012/04/o-machismo-foi-criado-pelas-mulheres.html
Imaculada Virgínia Pereira Souto e 
Introdução
Por que antigamente mulher de cabelo solto era considerada devassa? Por que uma mulher sorrir pra um homem significava ela ser galinha? Por que um casal trocar carinho em público era indecente? A lista vai longe. Mas o mais importante: por que as mulheres aceitavam tantas besteiras? E vejam bem, nós estamos dizendo aceitar como quem faz uma opção em troca de vantagens. Vamos explicar por quê.
Tania Nienkotter Rocha, nossa feminazista preferida, também defende a moral e os bons costumes
Castidade antes do casamento resulta relacionamentos felizes
De acordo com estudo, casais que não tiveram relações sexuais antes do casamento acabam tendo relacionamento mais estáveis e felizes, além de uma vida sexual mais satisfatória. O estudo publicado pela revista científica “Journal of Family Psychology”, da Associação Americana de Psicologia, revela que pessoas que praticaram abstinência até a noite do casamente deram notas 22% mais altas para a estabilidade do seu relacionamento do que os demais. As notas para a satisfação com o relacionamento também foram 20% mais altas entre os casais que esperaram, assim com as questões sobre qualidade da vida sexual (15% mais altas) e comunicação entre os cônjuges (12% maiores). Mais de duas mil pessoas responderam um questionário online de avaliação de casamento chamado “RELATE”, que incluía perguntas como quando o entrevistado tornou ativo sexualmente no relacionamento. Embora pesquisa foi feita pela Universidade Brigham Young, financiada pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, o pesquisador Dean Busby diz ter controlado a influência do envolvimento religioso na análise do material.
Fonte:SRZD
http://tanianienkotterrocha.blogspot.com/2010/12/sexo-antes-do-casamento-resulta.html (o blog já está fora do ar)
Tá bom, o texto não é dela. Mas ela só copia o texto no próprio blog, sem comentar nada, então ela deve ter concordado.
Mulheres feministas sobre o machismo
Esta é a receita para ser uma Panicat! Sou bombada, ignorante, sem autoestima e me submeto à todas as humilhações dos machistas tarados.
Da nossa anti-homem preferida, Tania Nienkotter Rocha, “Receita para ser Panicat: ignorante, bombada e com muita celulite”, http://tanianienkotterrocha.blogspot.com/2011/10/receita-para-ser-panicat-ignorante.html
Quando ela se torna uma bela jovem o que essa pobre vitima da ignorância familiar e da sociedade machista brasileira faz? Ela se candidata a musa de alguma idiotice – ou vai dançar com pernas de Ronaldinho Gaucho no programa do Pânico. Socorro! Paro o mundo que eu quero descer!
Ela de novo, Tania Nienkotter Rocha, “Musas e Panicats – Exemplos da ignorância e submissão feminina”, http://tanianienkotterrocha.blogspot.com/2011/09/musas-e-panicats-exemplos-da-ignorancia.html. A gente ia indicar o texto inteiro, mas o blog saiu do ar.
Em minha opinião, legalizar a prostituição é dizer que está certo tratar as mulheres como objectos, como mercadorias que podem ser adquiridas mediante quantias previamente estipuladas. Entender a prostituição como um contrato entre pessoas é despolitizar a prostituição e escamotear que ela é antes de mais e acima de tudo uma questão de poder e uma questão de exploração dos mais fracos pelos mais fortes.
Adília (do Sexismo e Misoginia), “Transformar sexo em trabalho”, http://sexismoemisoginia.blogspot.com/2011/04/transformar-sexo-em-trabalho.html
Àqueles que são a favor da legalização da prostituição, que consideram as prostitutas “trabalhadoras” do sexo, que não veem nada de mais nesse tipo de trabalho – um como qualquer outro – pergunto porque é que não extraem as consequências lógicas desse ponto de vista e não estimulam as suas filhas, irmãs, mães ou até mesmo esposas, a seguirem a carreira?
idem
A cerveja Devassa já enfrentou uns problemas com a CONAR e saiu pagando de mártir da censura com esse vídeo, muito do muquirana. Bom, esse episódio não significou muita coisa pra ninguém, até porque não tocou no problema central do marketing da cerveja: ele se baseia em estereópos femininos racializados, sexualizados e objetificados.
Bárbara Araújo Machado (do Ou Barbárie), “A Devassa e a mulher negra: ‘Só corpo, sem mente’”, http://oubarbarie.wordpress.com/2010/12/15/a-devassa-e-a-mulher-negra-so-corpo-sem-mente/. Negrito no original.
A pornografia me parece ser um instrumento poderoso de brutalização das pessoas e suas relações. Por brutalização eu entendo a destruição da sensibilidade, sobretudo ao que é suave e espontâneo. E a fome, a repressão militar, a prostituição, e a pornografia midiática massiva como uma versão moderna de prostituição em série são as formas de repressão e brutalização centrais sem as quais o Sistema Patriarcal Capitalista Imperialista não se sustentaria. Para que aceitemos ser dominad@s, para que sejamos simplesmente ordenad@s a qualquer coisa, especialmente as injustas, sem ter a natural reação de resistência, é preciso que nos sintamos doentes, fracos, incapazes ou simplesmente que achemos natural sofrer injustiça e violência contra o que nos é belo ou importante, contra o que acreditamos, contra o que somos e queremos ser e construir.
“Manifesto Antipornografia”, http://pt.scribd.com/doc/7276117/Manifesto-Antipornografia ou http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=29724369
A turma da Central Masculinista e alguns machistas sobre família e valores tradicionais (ou falta deles)
Acreditam piamente que costumes de 5 mil anos devem ser abolidos do dia para a noite porque elas concluíram que isso não era bom para as mulheres e para todo o resto da Humanidade. Querem provar coisas de ordem biológica estudando apenas história e sociologia.
Lobo Sagrado, “Os três tipos de feministas”, http://lobosagrado.blogspot.com/2011/09/os-tres-tipos-de-feministas.html
O Lobo Sagrado disse que é agnóstico. Então, quando a gente disse que os machistas são religiosos, no caso dele a gente estava meio certa, hehehehe.
No Brasil por exemplo, as mulheres tem toda a liberdade do mundo. Toda a liberdade pra mostrar a bunda na praia, no carnaval, seminuas, ou totalmente nuas em revistas masculinas. Não importa se solteiras ou casadas, mães, elas podem. Tem toda a liberdade de dar pra quem quiserem, liberdade sexual, total liberdade para estudar, trabalhar, ir e fazer o que quiserem. A cultura mudou muito graças a revoluções sociais e sexuais entre os anos 50 e 60. As mulheres do ocidente não são mais submissas a pais, nem maridos e muito menos filhos. As muçulmanas são.
Daniel Coelho, “Mulher Submissa, Vítima do Machismo”, http://www.coelhovoador.net/filosofia/html/20100112MulherSubmissa.html
O termo periguete designa aquelas mulheres que estão por volta de seus trinta e poucos anos (28-34) e que não conseguiram prender um macho alfa provedor durante sua carreira sexual promiscua exercida na juventude e agora no final de sua carreira que termina com a beleza de seu corpo tentam a todo custo prender machos que possuam potencial provedorismo, que possam sustentá-las e até formar família.
(…) Estes é um dos efeitos colaterais do feminismo e sua política de liberdade sexual desenfreada anti-família e religião.
Minerim (do Mulher Gosta é de Homem Babaca), “O Brasil é a nação das Periguetes!!!”, http://mghb.homenshonrados.com/2011/10/o-brasil-e-nacao-das-periguetes.html
Havendo rejeitado a única ideologia que poderia de forma segura lutar contra a perversão sexual, a Europa acomoda a prostituição.
Marxismo Cultural, “Decadência: Boxes para prostitutas ‘trabalharem’ com mais privacidade”, http://omarxismocultural.blogspot.com/2011/10/decadencia-boxes-para-prostitutas.html
DP é uma das coisas mais degradantes pra um homem saber.
Vão agora num site pornô e vejam O QUE É Dupla penetração. É EXTREMAMENTE humilhante.
“[Dúvida] Esse caso deve ser perdoado?”, citado em Mulher Gosta é de Homem Babaca, http://mghb.homenshonrados.com/2011/12/incentive-mulher-falar-merda-nao-meta.html
Por que feministas e machistas têm a moral e os bons costumes em comum
A experiência mostra que se os dois inimigos numa guerra ou os dois adversários num debate concordam ou se parecem muito em alguma coisa, convém desconfiar. Como já dissemos no nosso texto sobre Dialética, a tese e a antítese sempre chutam a verdade fora.
Dizem os feministas (homens e mulheres) que o machismo reprime a sexualidade das mulheres. Tá bom, então porque o Catolicismo que mandava bruxas à fogueira, segundo algumas feministas para reprimir a sexualidade feminina, tem hoje mais de um bilhão de adeptos? E o Islamismo que apedreja até mulheres vítimas de estupro tem outro bilhão e poucos? Podemos dizer com segurança que duas de cada cinco mulheres do mundo são católicas ou muçulmanas. E por que nem as feministas lésbicas são ateias? O maior problema de Deus ou Allah é ser homem? Sobre isso a gente fala na parte 6.
Mas não deviam ser só os homens machistas que deviam repudiar as mulheres que viram mais de um pau na vida? Será que as mulheres amam o moralismo? Sim! Por quê?
Pra começar, moralismo é até um nome errado. Moral é a honestidade, o altruísmo, a simpatia, etc. Moralismo não devia ser um nome pra horror a orgasmo de feiosas analfabetas beatas. E a grande maioria das mulheres além de feias são sórdidas, hipócritas, covardes, pouco inteligentes e pobres de conteúdo. Então surgem as sociedades tradicionalistas. As piores mulheres sempre lucraram com o que é chamado de “moral e bons costumes”, ou tantas mulheres não teriam suportado tudo por séculos. Vamos ver?
- Onde a moral é horror a pica, algumas ideias curtas, aceitar sem nem pensar em fazer perguntas algumas fantasias e alguns trejeitos para marcar a aparência, qualquer mulher burra, fútil, analfabeta, pobre, covarde, frustrada, frígida e FEIA pode ser “correta”.
- Poucas mulheres foram impedidas de fazer algo que realmente queriam muito. Ah, mas até trabalhar fora era coisa de piranha. Ora, poucas mulheres que realmente se interessavam, por exemplo, por mecânica de automóvel pensavam em trocar um marido que ganhava pra sustentar ela e os filhos pela vocação.
- Ah, mas a mulher também não podia nem sair pra rua sozinha, ou mal pode ir na casa de um amigo homem hoje sem o povo ficar falando. Veja bem que até hoje nos países decentes muitas mulheres têm pouco contato com os homens enquanto está num relacionamento deprimente com um tosco qualquer porque fazem uma OPÇÃO. Existem muito mais homens amáveis do que as mulheres dizem. Quando um homem quer se aproximar, ela mesma fala do cretino para afastar o pobre homem.
- Ah, e as mulheres mal conversavam com um homem que não o marido não só porque não existia exame de DNA como porque era útil não levantar suspeitas da sua “moral”. A vida era dura, e as mulheres só se interessaram pelo mercado de trabalho depois de alguns confortos e direitos trabalhistas conquistados pelos homens.
- Era muito difícil um homem ter contato com qualquer mulher que não fosse esposa ou da família. Coisa muito interessante para uma mulher desagradável. Com isso, qualquer mulher conseguia se casar e cada homem se casava com qualquer mulher de quem pudesse chegar perto.
- Já houve tempo em que se dizia que ser atriz, por exemplo, era coisa de puta? Sim. Mas que coisa seria melhor para uma porca invejosa do que se toda mulher bonita e famosa fosse uma coisa que para ela (e para todos) é um defeito?
- Cabelo solto ser coisa de devassa? A mulher ocidental de hoje que supervaloriza a beleza cuida primeiro do quê? Do cabelo. O cabelo é a moldura do rosto. Para uma mulher que além de vazia, feia e desagradável é pobre, uma cultura onde uma bela mulher com um belo cabelo solto é indecente é uma boa oportunidade para não parecer frustrada e invejosa.
- Já houve tempo em que casal trocar carinho em público era considerado indecente. Até hoje tem bares com placas proibindo. Ora, os casais daquela época eram muito infelizes, eles nem mesmo se escolhiam. Um homem e uma mulher que gostavam da companhia um do outro era uma fumaça nos olhos.
- Por que as mulheres feministas não falam sobre a situação da mulher nos países islâmicos? Quando vimos relatos de assassinatos de mulheres em países islâmicos ou em comunidades islâmicas com algum comentário foi sempre em blogs masculinistas ou mesmo machistas. Será que elas também acham que a mulher está protegida e amada no Islã, como o Daniel Coelho disse no texto acima (em outro trecho)? Parece que sim. A vida no Oriente Médio é pior que a vida rural aqui. Se as nossas heroínas queimadoras de sutiã do Ocidente não querem ser caminhoneiras, mecânicas, pedreiras, imagine se as mulheres de lá vão querer sair da terrível opressão do marido ou do pai pra pegar a vida dura no ar seco e no sol de 40, 50 graus. Deixa os homens trabalhando duro pra sustentar algumas esposas e dezenas de filhos. A não ser, claro, para os ricaços, que aliás podem ter várias mulheres. Você está vendo como todo aquele não-me-toques é útil para as mulheres?
- E por que as mulheres no buraco do Jardim de Alá sofrem a terrível opressão de andarem cobertas do pescoço pra baixo e pelo menos de véu na cabeça pra não mostrar os cabelos e sem poder sequer olhar para um homem? Ora, as mulheres lá são horrorosas, a maioria analfabetas e usam essa cobertura para se protegerem umas das outras e principalmente proteger os seus maridos das gostosas. Faz sentido pra você?
- Quando as mulheres feministas falam em sexualidade, é pra condenar o estupro, defender o aborto, até pra defender o lesbianismo. E para elas, a mulher que considera que o normal é a heterossexualidade é homofóbica, mesmo que não odeie homossexuais nem apoie a violência contra homossexuais. Mas elas nunca defenderam métodos anticoncepcionais (até boicotam a pílula masculina) e nunca defenderam a vida sexual não-monogâmica para a mulher (liberação sexual pra elas é lesbianismo e aborto). Mulher que come com dois ou três pauzinhos ou que está com um homem que presta hoje e outro amanhã (tipo Imaculada e Abigail) são mais odiadas e chamadas de vadias por outras mulheres do que pelos homens.
- Prostituição e pornografia nem se fala. Ainda vamos falar mais a respeito. Mas até aquelas cenas de novela em que o casal se beija e aparece na cama debaixo dos lençóis seria pornografia há algumas décadas atrás (mesmo hoje tem uns pica mole dizendo que isto é pornografia). Pra encurtar: era o que a mulher comum não tinha interesse ou coragem de fazer sexualmente que determinava a “pornografia”, e não o contrário.
- Prostituição e pornografia, por que nas sociedades mais machistas elas são MAIS combatidas, até com prisão ou pena de morte? Falamos disso na parte 4 (no A Vez das Mulheres de Verdade e no A Vez dos Homens que Prestam). E por que as feministas também combatem a prostituição e a pornografia, às vezes com discurso muito parecido com sermão de igreja de analfabetos? Porque geralmente mulher pra aparecer pelada tem que ser bonita ou gostosa, e as feministas e as mulheres “moralistas” além de antipáticas ou no mínimo vazias são feias. Ou seja: é pura INVEJA de uma mulher que tem ALGUMA COISA agradável.
- Nas sociedades “moralistas” também se leva os mais velhos muito a sério. Valorizar um idoso só por ser idoso só pode ser conveniente para pessoas decadentes, ignorantes e ridículas. Quem é sábio, sereno, inteligente pode ser valorizado por essas qualidades, não pelos cabelos brancos. Quando os pais ensinam os filhos a fazer reverência a qualquer palhaço com rugas, estão pensando neles mesmos quando forem decadentes, lentos, doentes e infelizes.
- Combater o ateísmo ou até uma fé mais vacilante é fundamental. Associar o crime, a maldade, sacrifícios humanos ao ateísmo é muito cômodo para quem já está acostumado a acreditar no que nunca foi provado. Porque a ordem é a destruição ou o isolamento de quem consegue no mínimo ter coragem de pensar.
- E por que as mulheres bonitas não nadam contra a maré? Algumas até fazem algumas coisas fora do padrão, mas nada de soltar um pé na cara da sociedade hipócrita e besta. Porque se toda essa porcaria é para beneficiar mulheres pobres de espírito, elas mesmas podem ser pobres de espírito e de inteligência. Não é que toda mulher bonita ou atraente é fútil e burra, mas até hoje uma mulher bonita ou com um corpo razoável (às vezes nem isso, tem só um peito ou uma bunda maior) pode sair pra rua com uma roupa curta, decotada ou colada e ser olhada, bajulada por dezenas de paspalhos. Às vezes uma feiosa frustrada que se esforça nos estudos é mais digna que uma beldade. Uma mulher tentar uma revolução contra a estupidez religiosa e antissexual, só com muito caráter.
Uma sociedade “moralista” atendia ou atende muito bem as mulheres pobres, feias, burras, analfabetas, alienadas e principalmente com aversão a piroca, e também é um instrumento para praticar a inveja, a mediocridade, a intimidação e a busca da infelicidade dos outros. Mas toda essa inveja e mediocridade não vinha só das mulheres horrorosas. Vinha dos homens também.
Os homens das sociedades machistas de antigamente eram geralmente com pouca instrução ou analfabetos, casados com mulheres sem atrativos que eles não escolheram. Fora isso, eram educados pelas mães machistas, em uma sociedade limitada de informações e visões de mundo permitidas. Os homens machistas TENTAM ser “moralistas” porque foram educados e traumatizados pelas mãezinhas e não têm grandeza para enfrentar ou mesmo pensar sobre o moralismo lésbico, e os homens que o fazem são discriminados ou mortos, conforme o lugar.
Tem mais: os pais têm menos frescuras moralistas que as mães. Homens machistas podem ser estúpidos, mas são hipócritas. Afinal, eles gostam de mulher, principalmente mulheres com meia dúzia de qualidades que podem ser físicas ou não. É às mulheres medíocres que o “moralismo” interessa.
Você já parou pra procurar sentido em homens que leem Playboy com 13 anos combatendo a pornografia quando crescem? Você já parou pra procurar sentido em homens que chegam aos 13 anos querendo meter combatendo a prostituição quando crescem? Você já parou pra procurar sentido em homens ESTUPRANDO ÉGUAS em uma sociedade que eles puderam construir do jeito deles? Nós tentamos, e percebemos que mais esquisito que um oprimido colaborando para a própria opressão é um opressor que faz uma opressão onde ele mais perde do que ganha.
Como disse Mencken: “O puritano é aquele que vive desconfiado de que alguém, em algum lugar, está feliz. Os imorais são aqueles que estão se divertindo mais do que nós”. A cara de prazer dói nos olhos dessas bestas.
A série “O machismo foi criado pelas mulheres” no A Vez das Mulheres de Verdade (sem putaria)
A série “O machismo foi criado pelas mulheres” no A Vez dos Homens que Prestam (com putaria)
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O machismo foi criado pelas mulheres – parte 6: se as religiões são machistas, por que até hoje as mulheres são minoria entre os não-religiosos?
Revisado em 02/11. Versão para imprimir aqui.
Eso texto en español (sin fotos e peliculas de putaría): El machismo fue creado por las mujeres – Parte 6: Si las religiones son machistas, ¿por qué hasta hoy las mujeres son una minoría entre los no religiosos?, http://avezdoshomens2.wordpress.com/2011/10/30/el-machismo-fue-creado-por-las-mujeres-parte-6/ o http://avezdoshomens2.blogspot.com/2011/10/el-machismo-fue-creado-por-las-mujeres.html This text in English (without sex pics and movies, at Paraíso Concreto): Machismo was created by women – Part 6: If religions are macho, why even today women are a minority among non-religious?, http://paraisoconcreto.blogspot.com/2011/10/machismo-was-created-by-women-part-6-if.html Texto original em português (sem fotos e vídeos de putaria): O machismo foi criado pelas mulheres – parte 6: se as religiões são machistas, por que até hoje as mulheres são minoria entre os não-religiosos?, http://avezdasmulheres.wordpress.com/2011/10/30/o-machismo-foi-criado-pelas-mulheres-parte-6/ ou http://avezdoshomens.blogspot.com/2011/10/o-machismo-foi-criado-pelas-mulheres.html
Imaculada Virgínia Pereira Souto e 
Vamos começar com um texto feminazista
Religião: os homens usam Deus para submeter as mulheres
Por milhares de anos a mulher viveu na sombra do homem, assistindo ao desenrolar da história humana, sem poder participar, sem ser consultada e respeitada. Foi usada como mercadoria, comprada, vendida, violentada, assassinada e subjugada segundo os interesses determinados pelos poderosos homens. Não houve, por parte dos homens, pudor ou piedade em cometer tantas atrocidades com um ser da sua espécie, sendo a mulher submetida às suas vontades a qualquer preço. Em muitos países, ainda hoje, uma vaca, um cavalo ou um camelo valem mais do que a vida de uma mulher. A crueldade e o descaso com o sofrimento das mulheres é revoltante, repugnante e não é somente a submissão imposta pelos homens às mulheres que é revoltante. É, principalmente, a rua sem saída que as religiões deixam à mulher, pois sem poder confiar num Deus benevolente, em quem pode confiar? Sem apoio do marido, do pai e sem poder contar com as leis, a mulher se entrega com toda a fé a um Deus. Ela busca na fé força para suportar as violências, os maus tratos, as humilhações que tanto a faz sofrer. Ela se entrega de corpo e alma a este Deus e pede compaixão. Confia na sua bondade e benevolência, seja ele muçulmano, protestante, católico, hindu, judaico, enfim, é sempre um Deus. E é justamente aí que a mulher encontrará a rua sem saída para a sua vida espiritual: em todas as religiões, as interpretações feitas das mensagens divinas, obedecem a padrões estritamente masculinos e voltados a interesses masculinos. Todas as principais religiões do mundo são patriarcais e a mulher é usada por esse “Deus” não para aliviar o seu sofrimento, mas para perpetuar a supremacia do homem sobre a mulher. Ela não encontrará o alivio que procura; encontrará somente o que os homens decidiram que deverá receber no campo espiritual. E no campo espiritual, as mulheres, em todas religiões, não possuem papéis de grande importância. Isto ocorre porque o homem se considera o mais forte não só fisicamente, mas também espiritualmente. A prova disso é que se conhecem poucas “Deusas”, e somente em religiões orientais, mas sempre abaixo dos poderes supremos de um Deus-Homem maior. “Deuses” encontramos em todas as religiões ocidentais, que têm como princípio servir o interesse de quem as criou: os homens. Não existe nenhuma religião de importância no mundo, fundada ou comandada por mulheres. O “Deus” em todas as religiões foi idealizado por homens, visualizado por eles que também são os merecedores de receberem as profecias ou mensagens do além. Os homens manipulam há milhares de anos o campo religioso, para obterem dinheiro fácil, prestigio sócia e poder. Religião é sinônimo de poder. E o poder de usar um Deus em proveito próprio, os homens manipulam com maestria. Mas paradoxalmente são as mulheres que mantém com sua fé todas as religiões do mundo. E é interessante observar como elas não são ouvidas e muito menos consideradas. São consideradas somente como crentes de um Deus, sem algum poder. Aos homens cabe o poder e a manipulação das religiões usando uma divindade como escudo ao abuso de poder. Na última década, se observa o radicalismo, o fanatismo e o fundamentalismo retornando a quase todas as religiões deste planeta. Qual seria o motivo deste retrocesso espiritual e filosófico? Bem, de base filosófica e espiritual não tem absolutamente nada que o justifique. O que causou este retrocesso foi simplesmente à saída da mulher para o trabalho, para a universidade, para as fábricas, para o comercio, enfim, para a vida. Segundo os olhos dos guardiões da fé humana de algumas religiões deste planeta, tanta liberdade era e é inadmissível. E com a necessidade de controlar os passos da mulher, eles as aprisionam novamente como a mil anos atrás. O retrocesso foi e está sendo total. Mas o mais trágico e cômico de todo este absurdo religioso é que é tudo feito sempre em nome de um DEUS!
De Tania Nienkotter Rocha – Livro: Sexo sem Nexo
http://tanianienkotterrocha.blogspot.com/2009/10/religiao-os-homens-usam-deus-para.html
As possíveis explicações feministas não vão dar a resposta de por que as mulheres são religiosas
A conversa da srta. Tânia está muito boa, mas tem uma coisa que ela falou e não respondeu:
São as mulheres que mantém com sua fé todas as religiões do mundo
Por que, ó Deus? (Ih, falamos até nome feio) Possíveis explicações lesbofeministas:
- Pressão social, principalmente sobre as mulheres
- Pressão dos maridos sobre as esposas
- As mulheres eram dependentes dos homens economicamente
- As mulheres não poderiam conseguir um marido ou uma fonte de renda sem estar casadas se não mostrassem que seguem a religião rigorosamente
Será que esquecemos alguma? Todas essas hipóteses fazem sentido, e têm até alguma coisa de verdade, mas não explicam. Porque as mulheres sempre criaram os filhos, pelo menos até uma ou duas gerações. E educavam os filhos sem os pais por perto. Enquanto o marido estava ganhando o pão de cada dia, ou na farra com outros homens rodeados de vadias, elas, as mães, estavam sozinhas com os filhos. Exatamente porque elas eram oprimidas é que elas deviam ensinar os filhos a ficar longe de religião, assim como de todo o machismo. E por que metade da humanidade, ou dez por cento dessa metade não disse pra si mesma: “não quero que a minha filha passe pelo que eu estou passando, eu vou educar o meu filho homem para respeitar as mulheres e a minha filha mulher a não ser machista nem se casar com um homem machista”? Qualquer religião e todo o machismo poderia acabar em talvez 3 ou 4 gerações no máximo. Mas não, cada geração de mães criou outra geração de mulheres sonsas e homens imbecis.
As hipóteses 3 e 4 até poderiam explicar por que as mulheres se submetem à religião machista dos homens. Mas vamos provar que não, usando o Censo 2000 do Brasil. Você pode conferir em http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2000/populacao/religiao_Censo2000.pdf. Nós fizemos uma planilha usando esses dados. E como você vai ver na pesquisa e já deve ter visto no dia-a-dia, cerca de três quartos da população, e das mulheres, são católicos romanos. É, aquela religião que queimava bruxas pra reprimir as mulheres. E no mundo, juntando o catolicismo que queimava mulheres e o islamismo que apedreja mulheres, temos quase a metade das mulheres do mundo. Como é que se explica isso acontecendo hoje?
Tabela de percentuais de sem religião baseada na “Tabela 1.3.1 – População residente, por sexo e situação do domicílio, segundo a religião – Brasil” do Censo 2000 do Brasil
Percentual geral: 7,35%
| Total geral | percentual dos homens em relação | à população | 4,44% |
| ao total de sem religião | 60,36% | ||
| ao total de homens | 9,02% | ||
| percentual das mulheres em relação | à população | 2,91% | |
| ao total de sem religião | 39,64% | ||
| ao total de mulheres | 5,74% | ||
| Zona urbana | percentual dos homens em relação | à população urbana | 4,76% |
| aos sem religião na zona urbana | 60,22% | ||
| aos sem religião em geral | 52,52% | ||
| ao total de homens na zona urbana | 9,81% | ||
| ao total de homens sem religião | 87,01% | ||
| percentual das mulheres em relação | à população urbana | 3,14% | |
| aos sem religião na zona urbana | 39,78% | ||
| aos sem religião em geral | 34,70% | ||
| ao total de mulheres na zona urbana | 6,10% | ||
| ao total de mulheres sem religião | 87,54% | ||
| Zona rural | percentual dos homens em relação | à população rural | 3,07% |
| aos sem religião na zona rural | 61,36% | ||
| aos sem religião em geral | 7,84% | ||
| ao total de homens na zona rural | 5,85% | ||
| ao total de homens sem religião | 12,99% | ||
| percentual das mulheres em relação | à população rural | 1,93% | |
| aos sem religião na zona rural | 38,64% | ||
| aos sem religião em geral | 4,94% | ||
| ao total de mulheres na zona rural | 4,06% | ||
| ao total de mulheres sem religião | 12,46% |
Conclusão: mulheres são minoria entre os sem religião. E no geral, 9,02% dos homens e 5,74% das mulheres se declararam sem religião. E mais: os homens católicos romanos são 74,04% dos homens e as mulheres católicas romanas são 73,12% das mulheres. Os únicos grupos em que o percentual de mulheres no grupo em relação ao total de mulheres na população é menor que o percentual de homens no grupo em relação ao total de homens na população são o catolicismo romano, os dos sem religião e o dos sem declaração de religião. E será que as mulheres são religiosas pela baixa escolaridade? Não. Vamos ver outra tabela.
Tabela de percentuais de sem religião baseada na “Tabela 1.3.7 – Pessoas de 15 anos ou mais de idade, por religião, segundo o sexo e os grupos de anos de estudo – Brasil” do Censo 2000 do Brasil
| Sem religião – percentual em relação | ||||
| à faixa de tempo de estudo | aos sem religião | ao total de homens / mulheres sem religião | ao total de homens / mulheres na faixa de tempo de estudo | |
| Sem instrução e menos de 1 ano | 7,59% | 12,49% | - | - |
| 1 a 3 anos | 6,98% | 15,95% | - | - |
| 4 a 7 anos | 7,59% | 33,74% | - | - |
| 8 a 10 anos | 7,15% | 17,59% | - | - |
| 11 a 14 anos | 5,95% | 14,74% | - | - |
| 15 anos ou mais | 6,66% | 4,66% | - | - |
| Não determinados | 6,31% | 0,83% | - | - |
| Homens | 4,50% | 63,63% | - | 9,26% |
| Sem instrução e menos de 1 ano | 4,91% | 8,07% | 12,68% | 10,14% |
| 1 a 3 anos | 4,70% | 10,75% | 16,90% | 9,22% |
| 4 a 7 anos | 4,93% | 21,93% | 34,46% | 9,87% |
| 8 a 10 anos | 4,37% | 10,75% | 16,90% | 9,05% |
| 11 a 14 anos | 3,53% | 8,75% | 13,75% | 7,95% |
| 15 anos ou mais | 4,09% | 2,86% | 4,49% | 8,65% |
| Não determinados | 3,95% | 0,52% | 0,81% | 7,76% |
| Mulheres | 2,57% | 36,37% | - | 5,00% |
| Sem instrução e menos de 1 ano | 2,68% | 4,42% | 12,14% | 5,20% |
| 1 a 3 anos | 2,28% | 5,20% | 14,30% | 4,65% |
| 4 a 7 anos | 2,66% | 11,81% | 32,48% | 5,31% |
| 8 a 10 anos | 2,78% | 6,84% | 18,81% | 5,38% |
| 11 a 14 anos | 2,42% | 5,99% | 16,48% | 4,35% |
| 15 anos ou mais | 2,57% | 1,80% | 4,95% | 4,88% |
| Não determinados | 2,36% | 0,31% | 0,85% | 4,80% |
Conclusão: mulheres têm quase duas vezes menos chance de ser sem religião do que um homem com o mesmo tempo de estudo. São mais de duas vezes menos mulheres sem religião com mais de 14 anos de estudo que com menos de 1 (está certo, homens também). E será que as mulheres são religiosas pela dependência econômica? Não, de novo. Vamos ver outra tabela.
Tabela de percentuais de sem religião baseada na “Tabela 1.3.9 – Pessoas de 10 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, por religião, segundo o sexo e a posição na ocupação no trabalho principal – Brasil” do Censo 2000 do Brasil
| Sem religião – percentual em relação | ao tipo de ocupação | aos sem religião | ao total de homens / mulheres sem religião | ao total de homens / mulheres no tipo de ocupação |
| Empregados (2) | 7,75% | 70,49% | - | - |
| Empregadores | 5,88% | 2,32% | - | - |
| Conta-própria | 7,35% | 23,56% | - | - |
| Não remunerados em ajuda a membro do domicílio | 3,44% | 1,87% | - | - |
| Trabalhadores na produção para o próprio consumo | 4,17% | 1,77% | - | - |
| Homens | 5,46% | 74,62% | - | 8,78% |
| Empregados (2) | 5,55% | 50,41% | 67,56% | 9,51% |
| Empregadores | 4,87% | 1,92% | 2,58% | 6,56% |
| Conta-própria | 6,14% | 19,66% | 26,34% | 8,35% |
| Não remunerados em ajuda a membro do domicílio | 2,24% | 1,22% | 1,63% | 4,68% |
| Trabalhadores na produção para o próprio consumo | 3,33% | 1,41% | 1,89% | 4,81% |
| Mulheres | 1,86% | 25,38% | - | 4,92% |
| Empregados (2) | 2,21% | 20,07% | 79,08% | 5,30% |
| Empregadores | 1,00% | 0,40% | 1,56% | 3,90% |
| Conta-própria | 1,22% | 3,90% | 15,37% | 4,59% |
| Não remunerados em ajuda a membro do domicílio | 1,21% | 0,65% | 2,58% | 2,31% |
| Trabalhadores na produção para o próprio consumo | 0,85% | 0,36% | 1,41% | 2,75% |
(2) Inclusive os trabalhadores domésticos e os aprendizes ou estagiários sem remuneração
Conclusão: mulheres têm cerca de duas vezes menos chance de ser sem religião do que um homem com o mesmo tipo de ocupação. 79,08% das mulheres sem religião são empregadas, percentual até maior que o dos homens (67,56%). Mas, por exemplo, as mulheres empregadoras são menos que as que trabalham sem remuneração ajudando membro da família, o contrário do que acontece com os homens. E o percentual de mulheres sem religião que trabalham em relação à população que trabalha (25,38%) é ainda menor que o percentual de mulheres entre os sem religião em geral (39,64%). E será que não é o tipo de ocupação, mas a renda? Não, de novo. Vamos ver outra tabela.
Tabela de percentuais de sem religião baseada na “Tabela 1.3.10 – Pessoas de 10 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, por religião, segundo o sexo e as classes de rendimento nominal mensal de todos os trabalhos – Brasil” do Censo 2000 do Brasil
| Sem religião – percentual em relação | total (sem religião) | à classe de rendimento (salário mínimo) (1) | ao grupo | ao total de homens / mulheres do grupo | ao total de homens / mulheres na classe de rendimento |
| Até 1/2 | 231.661 | 6,45% | 4,82% | - | - |
| Mais de 1/2 a 1 | 894.674 | 7,63% | 18,62% | - | - |
| Mais de 1 a 2 | 1.353.363 | 8,10% | 28,16% | - | - |
| Mais de 2 a 3 | 648.885 | 7,85% | 13,50% | - | - |
| Mais de 3 a 5 | 631.831 | 7,54% | 13,15% | - | - |
| Mais de 5 a 10 | 497.102 | 6,83% | 10,34% | - | - |
| Mais de 10 a 15 | 128.636 | 6,99% | 2,68% | - | - |
| Mais de 15 a 20 | 86.985 | 7,28% | 1,81% | - | - |
| Mais de 20 a 30 | 55.079 | 8,02% | 1,15% | - | - |
| Mais de 30 | 76.438 | 8,11% | 1,59% | - | - |
| Sem rendimento (3) | 201.335 | 4,02% | 4,19% | - | - |
| Homens | 3.586.179 | 5,46% | 74,62% | - | 8,78% |
| Até 1/2 | 149.216 | 4,15% | 3,10% | 4,16% | 8,09% |
| Mais de 1/2 a 1 | 605.584 | 5,16% | 12,60% | 16,89% | 9,44% |
| Mais de 1 a 2 | 994.880 | 5,95% | 20,70% | 27,74% | 9,97% |
| Mais de 2 a 3 | 509.401 | 6,16% | 10,60% | 14,20% | 9,44% |
| Mais de 3 a 5 | 516.335 | 6,16% | 10,74% | 14,40% | 8,78% |
| Mais de 5 a 10 | 396.297 | 5,45% | 8,25% | 11,05% | 7,85% |
| Mais de 10 a 15 | 96.954 | 5,26% | 2,02% | 2,70% | 7,58% |
| Mais de 15 a 20 | 67.467 | 5,64% | 1,40% | 1,88% | 7,75% |
| Mais de 20 a 30 | 42.633 | 6,21% | 0,89% | 1,19% | 8,30% |
| Mais de 30 | 63.869 | 6,78% | 1,33% | 1,78% | 8,31% |
| Sem rendimento (3) | 143.542 | 2,86% | 2,99% | 4,00% | 5,03% |
| Mulheres | 1.219.811 | 1,86% | 25,38% | - | 4,92% |
| Até 1/2 | 82.445 | 2,29% | 1,72% | 6,76% | 4,71% |
| Mais de 1/2 a 1 | 289.090 | 2,46% | 6,02% | 23,70% | 5,44% |
| Mais de 1 a 2 | 358.484 | 2,15% | 7,46% | 29,39% | 5,33% |
| Mais de 2 a 3 | 139.484 | 1,69% | 2,90% | 11,43% | 4,86% |
| Mais de 3 a 5 | 115.496 | 1,38% | 2,40% | 9,47% | 4,63% |
| Mais de 5 a 10 | 100.805 | 1,39% | 2,10% | 8,26% | 4,53% |
| Mais de 10 a 15 | 31.681 | 1,72% | 0,66% | 2,60% | 5,64% |
| Mais de 15 a 20 | 19.518 | 1,63% | 0,41% | 1,60% | 6,02% |
| Mais de 20 a 30 | 12.446 | 1,81% | 0,26% | 1,02% | 7,21% |
| Mais de 30 | 12.569 | 1,33% | 0,26% | 1,03% | 7,21% |
| Sem rendimento (3) | 57.793 | 1,15% | 1,20% | 4,74% | 2,68% |
(1) Salário mínimo utilizado: R$ 151,00. (3) Inclusive as pessoas que receberam somente em benefícios
Conclusão: uma mulher tem menos chance de ser sem religião do que um homem com a mesma renda. O percentual de mulheres sem religião por faixa de renda em relação ao total sem religião é maior que para os homens até 2 salários mínimos. Quase 60% das mulheres sem religião ganha até 2 salários mínimos. Os homens sem religião que ganham até 2 salários mínimos não chegam a 50%. Se mulheres seguissem uma religião por pressão do marido ou porque moram em cidades machistas, principalmente cidades pequenas, seria de se esperar o contrário. E mais: são menos mulheres sem religião com mais de 15 salários mínimos do que sem rendimento (está certo, com os homens também é quase isso).
Mais uma tentativa. Será que as mulheres sem religião costumam ser casadas com homens sem religião, e foram influenciadas (e amparadas) por eles? Que isso acontece, acontece. Mas não parece que isso explica tanta diferença. Porque os homens sem religião casados com as mulheres sem religião deveriam ser os que ganham mais de 3 salários mínimos. E os outros homens, que são metade dos sem religião, são solteiros ou separados? Meio difícil. E as mulheres ricas, são esposas de homens ricos? Hoje em dia, nem tanto. E os percentuais de mulheres sem religião em relação às mulheres na mesma faixa de rendimento são todos menores que todos os percentuais de homens sem religião em relação aos homens na mesma faixa de rendimento.
Então, quando as mulheres têm mais autonomia elas ficam mais religiosas, e não menos? Agora ficou difícil, né? Bom, agora vamos parar de enrolar e tentar dar uma resposta.
A religião é irracional
Fofinho, se você acredita em Deus, não fique chateado. A gente também tem amigos muito queridos religiosos e que gostam da Cláudia Leite, hehehehe. Só que religião é o maior absurdo que a humanidade inventou. Até fizeram uma piada dizendo que Deus tem todas as características de coisas que não existe: incorpóreo, imaterial, invisível,… O Deus justo é uma farsa. Prova disso é que não houve nada que a humanidade conseguiu de decente sem lutar contra quem se dizia representante dele. Aí, o Deus sábio também vai pro ralo.
E como as mulheres pobres de espírito odeiam a verdade, não só sobre elas mesmas, odeiam a Lógica e a Ciência (a não ser quando convém). Uma mulher pode até ser cientista ou “pensadora”, mas geralmente é mais pelo status que pelo amor à Ciência e à verdade. Quem já participou de um fórum onde participa um masculinista (não é nem necessariamente fórum sobre feminismo ou masculinismo) já viu que a participação das mulheres quase sempre é lamentável, quando uma mulher responde ao masculinista raramente não é pra citar uma informação questionável ou mal interpretada ou fazer ataque pessoal. Já reparou como pra elas é maravilhoso o que “a Ciência não explica”?
Mas isso ainda é pouco pra explicar.
A mulher acha mesmo a religião machista opressora tão ruim assim?
A gente reconhece que escreveu o estudo bíblico “A Bíblia e a violência contra a mulher” no blog velho (texto “Violência doméstica e por que é tão difícil encontrar um homem sério”, publicado em 07/04/2007, em http://www.grupos.com.br/blog/a-vez-das-mulheres/permalink/13439.html). Este estudo também foi publicado separado na página do João de Freitas (http://joaodefreitas.com.br/a-biblia-e-a-mulher.htm, obrigada, fofo). A gente pensava a mesma coisa que muita gente honesta pensa, que a religião era opressão dos homens CAFAJESTES contra as mulheres (engraçado que você não pode falar que todo preto é bandido sem arriscar uma cadeia por racismo, mas pode se referir aos homens assassinos, espancadores, estupradores como OS HOMENS). E não é. A gente até fala desse e de outros enganos da dona Imaculada Virgínia (ainda no tempo em que ela usava o sobrenome de casada, Souto Aranha) na parte 2 desta série. Vamos até começar por um trechinho desse estudo mesmo.
Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor. Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo. De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos. (Efésios 5: 22 a 24) Efésios 5: 25 a 32 fala pros maridos amarem as suas mulheres, como Cristo amou a igreja. Mas por favor, compare a igreja cheia de homens pecadores com o majestoso, todo-poderoso Jesus Cristo, o Filho de Deus. A mulher é o capacho e o marido é o senhor bonzinho.
Mas os maridos amarem as mulheres não era tão pouca coisa assim, vamos ao texto de 5: 25 a 32.
25 Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela,
26 Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra,
27 Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.
28 Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.
29 Porque nunca ninguém odiou a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja;
30 Porque somos membros do seu corpo, da sua carne, e dos seus ossos.
31 Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher; e serão dois numa carne.
32 Grande é este mistério; digo-o, porém, a respeito de Cristo e da igreja.
Perceberam (ao contrário da dona Imaculada Virgínia Souto Aranha) que essa submissão não vem de graça?
E tem um outro texto sobre o islamismo do Daniel Coelho: “Mulher Submissa, Vítima do Machismo”, http://www.coelhovoador.net/filosofia/html/20100112MulherSubmissa.html. O texto é machista imbecil, daquelas conversas de velhotes toscos que não têm coragem de estudar nem a Bíblia e acham que se derem uma cantada numa vadia com short na virilha eles vão levar a vaca pra cama, mas como eles têm princípios morais vão trocar a chance de fazer isso pela trepada horrível com a esposa gorda, horrorosa, ruim de cama e cheia de má vontade. Mas esse texto diz umas coisas muito esclarecedoras:
Alguns meses atrás, se não me engano em uma exposição de um fotógrafo no Ibirapuera, sobre as mulheres do mundo, me marcou a frase de uma mulher muçulmana indagada sobre o que ela achava de ser tão submissa ao marido, ser obrigada a usar a burca… ela respondeu que usar a burca não incomodava, e que ela não se considerava submissa, ela apenas respeitava e amava seu marido, assim como ele a amava e respeitava.
O que a mulher muçulmana ganha em troca de não mostrar o rosto nem sair sozinha? Primeiro, um macho provedor naquele lugar horrível que é o Oriente Médio. E também o prazer de que AS OUTRAS MULHERES não mostram o rosto. Já imaginou se naquelas ruas horríveis com aquele tanto de feiosas aparece uma mulher linda de vestido comprido, e com o rosto descoberto?
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Você vai ver a história do feminismo, vai ver que ele só apareceu no meio do século XIX. Milhões de escravos conseguiram liberdade na América quase inteira, países se separaram, o absolutismo acabou, o protestantismo e o Iluminismo abalaram a Igreja Católica, até o Brasil deixou de ser colônia de Portugal e metade da humanidade que vivia como cão não dava um pio? Como pode?
Na Bíblia, a mulher do vizinho não é mais gorda, e ainda é uma bela duma biscate
A mulher na Bíblia é a tentação, é a víbora, é a traidora, é a razão da queda do homem, vão dizer os feministas. Nem sempre. As bonitas, boas de corpo e atiradinhas eram, e foram as pedras de tropeço dos homens de Deus, como a mulher de Potifar (Gênesis 39: 7 a 20). Mas a Bíblia também tem algumas mulheres boas. Um exemplo de mulher tentadora, perversa, cobra: Provérbios 7
1 Filho meu, guarda as minhas palavras, e esconde dentro de ti os meus mandamentos.
2 Guarda os meus mandamentos e vive; e a minha lei, como a menina dos teus olhos.
3 Ata-os aos teus dedos, escreve-os na tábua do teu coração.
4 Dize à sabedoria: Tu és minha irmã; e à prudência chama de tua parenta,
5 Para que elas te guardem da mulher alheia, da estranha que lisonjeia com as suas palavras.
6 Porque da janela da minha casa, olhando eu por minhas frestas,
7 Vi entre os simples, descobri entre os moços, um moço falto de juízo,
8 Que passava pela rua junto à sua esquina, e seguia o caminho da sua casa;
9 No crepúsculo, à tarde do dia, na tenebrosa noite e na escuridão.
10 E eis que uma mulher lhe saiu ao encontro com enfeites de prostituta, e astúcia de coração.
11 Estava alvoroçada e irrequieta; não paravam em sua casa os seus pés.
12 Foi para fora, depois pelas ruas, e ia espreitando por todos os cantos;
13 E chegou-se para ele e o beijou. Com face impudente lhe disse:
14 Sacrifícios pacíficos tenho comigo; hoje paguei os meus votos.
15 Por isto saí ao teu encontro a buscar diligentemente a tua face, e te achei.
16 Já cobri a minha cama com cobertas de tapeçaria, com obras lavradas, com linho fino do Egito.
17 Já perfumei o meu leito com mirra, aloés e canela.
18 Vem, saciemo-nos de amores até à manhã; alegremo-nos com amores.
19 Porque o marido não está em casa; foi fazer uma longa viagem;
20 Levou na sua mão um saquitel de dinheiro; voltará para casa só no dia marcado.
21 Assim, o seduziu com palavras muito suaves e o persuadiu com as lisonjas dos seus lábios.
22 E ele logo a segue, como o boi que vai para o matadouro, e como vai o insensato para o castigo das prisões;
23 Até que a flecha lhe atravesse o fígado; ou como a ave que se apressa para o laço, e não sabe que está armado contra a sua vida.
24 Agora pois, filhos, dai-me ouvidos, e estai atentos às palavras da minha boca.
25 Não se desvie para os caminhos dela o teu coração, e não te deixes perder nas suas veredas.
26 Porque a muitos feridos derrubou; e são muitíssimos os que por causa dela foram mortos.
27 A sua casa é caminho do inferno que desce para as câmaras da morte.
Mas a Bíblia também tem mulher boa. Exemplos:
- Abigail (1 Samuel 25: 2 a 42). A maior tarada da Bíblia. Brincadeira, hehehehe. Mulher inteligente e bonita casada com um tolo (que até o nome dele, Nabal, significava isso). Desobedeceu o marido pra ajudar o futuro rei Davi, e com isso salvou a vida da família. O homem morreu e o futuro rei mandou chamá-la pra ser esposa dele (mais uma, mas era mulher do rei).
- Ester (pra quem não conhece muito a Bíblia, é o segundo livro antes dos Salmos). Mulher muito bonita (dizendo o que está na Bíblia, porque a gente é mulher), que ficou no lugar da rainha medo-persa Vasti, que foi tirada de circulação pra impedir uma revolta feminista (capítulo 1). Salvou o povo judeu de ser exterminado.
Ou seja, a Bíblia não fala mal das mulheres, fala mal das OUTRAS mulheres. Nenhuma mulher que vai à igreja quer ser Eva, a mulher de Potifar, Jezabel. Algumas até podem chegar perto, mas ser uma víbora notória nenhuma quer. Até mocinha que todo mundo sabe que é piranha quer fingir que não é. As mulheres das quais a Bíblia fala mal são ou parecem completamente diferentes das mulheres que dizem que a seguem. Já viu quantas mulheres tementes ao Senhor que são antipáticas, infelizes, pouco inteligentes, bitoladas e a maioria feias pra cachorro?
A Bíblia não é feminista, mas valoriza a mulher
- Rute, a bisavó do rei Davi, era moabita. Os moabitas eram inimigos dos judeus. Engraçado que séculos depois um branco tinha vergonha de dizer que tinha um ancestral negro. Mas além de a dona Rute não ser esquecida foi a única pessoa deste povo da qual a Bíblia fala algo de bom.
- Provérbios 31: 10 a 31, sobre a mulher virtuosa.
- Provérbios 14: 1: “Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos”. E numa época em que se dizia que era melhor queimar a lei que ensiná-la a uma mulher, imagine se não fosse.
- 1 Pedro 3: 7: “Igualmente vós, maridos, coabitai com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais fraco; como sendo vós os seus co-herdeiros da graça da vida; para que não sejam impedidas as vossas orações”
A Bíblia tem os trechos que diminuem o valor da mulher? Tem. Mas e esses aqui? Se a Bíblia tivesse só misoginia, as mulheres não iam querer, né?
As mulheres já foram adoradas (literalmente)
E por que as mulheres aceitaram a religião do homem até agora? Adivinha: conveniência. Os tempos de maior religiosidade em qualquer país foram os tempos de maior analfabetismo, de maior atraso e de mais trabalho duro. O tempo do ferro a carvão, do fogão a lenha, de andar mais de uma hora a pé pra ir pro trabalho e voltar, de trabalho sem equipamento de segurança era um tempo em que percentualmente eram menos as pessoas que não eram católicas do que as sem religião hoje. Alguma mulher falava em não se casar naquela época? Dificilmente, né? Aí, o homem, que podia até ser um cafajeste, morria de trabalhar (às vezes morria mesmo no trabalho), a mulher cuidava dos filhos e da casa, talvez ele tinha mais uma amante dando algum sexo que presta, as duas gozavam do fruto do trabalho dele e todo mundo ficava feliz. É duro trabalho de casa e cuidar de filhos? É. Mas quem sabe o que é trabalhar na roça (a dona Imaculada aqui já trabalhou) pode ver como é que as mulherzinhas acham que só elas têm do que reclamar.
E as mulheres que apanhavam do marido gostavam disso? Claro que não. Mas que tal voltar pra casa do papai ou disputar vaga no mercado de trabalho sem favorecimento (às vezes até com preconceito contra) pra trabalhar igual homem pra viver? Até hoje tem mulher que se separa do marido e fica em pânico porque nunca teve um emprego na vida.
Mas nem sempre foi assim. Era uma vez um tempo em que as mulheres eram deusas – e nem tinham Natura.
Adoração às Deusas nos mitos antigos
Os inúmeros mitos criados no passado para representar a gênese do universo, da natureza e do ser humano podem ser divididos em quatro categorias, segundo os principais estudiosos, como Joseph Campbell. Essas categorias refletem o nível de consciência humana, e que, surpreendentemente, têm correspondência com as 4 Idades Cósmicas de nossa raça: Idade de Ouro, Idade de Prata, Idade de Cobre e Idade de Bronze. Atualmente, passamos pela última delas, a de Bronze – em sânscrito batizada de Kali Yuga.
A primeira corresponde a uma idade de alta espiritualidade e respeito tanto dos princípios masculinos quanto femininos da Divindade e da sociedade. A segunda um pouco menos, na terceira veem-se os mitos discriminar o elemento materno-feminino e o último nível – Kali Yuga –, segregar totalmente os mitos cosmogônicos matrísticos.
O interessante a ser analisado é que quanto mais a humanidade estiver afastada da espiritualidade, mais os mitos deixam de lado a veneração aos aspectos maternos/femininos de Deus.
Vejamos como são os mitos nas quatro Idades do Mundo: na primeira Idade, ou Yuga, o mundo é criado por um Deus andrógino, ao mesmo tempo Pai e Mãe. Na segunda, este mundo é criado por um deus andrógino ou um casal criador, ou então, por um coro de deuses, que se dividem em “masculinos” e “femininos” para criar o universo. Na terceira, um deus macho ou toma o poder da deusa ou cria o mundo sobre o corpo da deusa primordial. Finalmente, na última etapa, um deus macho cria o mundo sozinho.
Essas quatro etapas que se sucedem também cronologicamente são testemunhas eternas da transição da etapa matricêntrica da humanidade para sua fase patriarcal.
(…) Segundo os antropólogos, a Mesopotâmia, vista como o berço das civilizações, possuía antecessores muito mais proeminentes em Çatal Huyuk, organizada sobre padrões sociais e sistemas de crenças totalmente diferentes daqueles que nos têm sido ensinado em que uma sociedade deve se estruturar.
Datada em cerca de 6700 a.C., Çatal Hüyük apresentava um refinado padrão tecnológico e cultural. A cidade não apresenta fortes ou muralhas, o que presumivelmente não devia ser necessário, graças à sua postura pacífica.
Sua divindade máxima era a Grande Mãe de Tudo. Sua representação constava principalmente de uma mulher gorda e com grandes seios, ladeada por dois leopardos.
(…) Na Austrália encontraram-se restos de uma antiga sociedade matriarcal, entre os habitantes das regiões do leste e do sul, enquanto no norte e no oeste eram patrilineares. As sociedades tasmanes (cuja população foi exterminada pelos ingleses e desapareceu por completo em 1876) e de outras regiões com cultura do Machado Cilíndrico, assim como nas tribos dos dieri e nos loritja da região de Vitória e de Nova Gales, tinham estrutura matriarcal, com forma de parentesco por linha materna.
Nessa sociedade as mulheres tinham grande importância e jogavam grande papel no terreno econômico: eram as que exclusivamente se dedicavam às tarefas de coleta de alimentos e a agricultura. A mulher podia exercer o cargo de chefes.
Também na Austrália, afirma Claude Lévi-Strauss: “As sociedades matrilineares têm uma distribuição meridional. Ocupam em massa o sudeste (sul de Queensland, Nova Gales do Sul, Vitória) e o leste da província meridional, e também uma pequena zona costeira a sudoeste da província ocidental
Do que se deduz que alguns desses povos adorariam às duas Deusas Irmãs Gêmeas, Yirritja e Dhuwa, a Dualidade Criadora chamada Yuankaj, como Mães da humanidade: a Deusa Dhuwa, Mãe dos dhuwa (duwuae, uma das metades em que a comunidade está dividida) e a deusa Yirritja, Mãe dos yirritj (da metade giririta, ambas formam o todo, hermafroditas portanto).
(…) Em todas essas culturas onde as mulheres lideram seu povo, predominam crenças míticas que consideram a humanidade como obra exclusiva da Mãe Ancestral.
http://www.gnosisonline.org/mulher-gnostica/adoracao-as-deusas-nos-mitos-antigos/
Logo, eram sociedades em que as mulheres eram exaltadas só por serem mulheres e tinham os egos inflados. Isso lembra alguma coisa?
Voltando ao texto da dona Tania:
Não existe nenhuma religião de importância no mundo, fundada ou comandada por mulheres.
Adivinha por quê. Veja onde as sociedades eram matriarcais no texto acima: América antes da colonização europeia, Oceania antes da colonização europeia, Egito e Mesopotâmia antes de serem o mundo islâmico. Moral da história: chegaram povos bem mais adiantados tecnologicamente, as tribos lésbicas precisavam de ciência e tecnologia, eles arregaçaram com as sociedades matriarcais, levaram os homens fortes como escravos e fuderam as mulheres (algumas literalmente). Já que falamos de mulheres com Prêmio Nobel por esses dias, quantas mulheres mesmo ganharam Prêmio Nobel de Física? (2 em 192) De Química? (4 em 161) De Fisiologia e Medicina? (10 em 199) Machismo? Procure uma estudante de Ensino Médio que quer fazer Física ou Engenharia Civil pra ver (sem fazer vestibular pra curso fácil antes). Aliás, falando nas três mulheres com Prêmio Nobel, a gente falou disso no A Vez das Mulheres de Verdade (“Por que as três mulheres que ganharam o Prêmio Nobel da Paz é uma boa chance pras feministas ficarem CALADAS”), mas vamos ver uma declaração do comitê:
“Não podemos alcançar a democracia e paz duradoura no mundo ao menos que as mulheres obtenham as mesmas oportunidades que os homens para influenciar o desenvolvimento em todos os níveis da sociedade”. (“Prêmio Nobel da Paz em 2011 fica com trio de mulheres”, Folha de São Paulo, 07/10/2011, http://www1.folha.uol.com.br/mundo/986631-premio-nobel-da-paz-em-2011-fica-com-trio-de-mulheres.shtml)
Ou seja, as mulheres podem ter ganhado 3 dos 44 prêmios por causa de pura manginice (mangina: homem que bajula as mulheres só por serem mulheres).
A gente falou dos sem religião lá atrás. Quantos deles são ateus? A maioria das pessoas que se dizem sem religião na verdade são religiosos sem igreja. Principalmente cristãos. Aí, entre as mulheres cristãs e sem religião (homens também, mas o texto é para elas) você vai achar esses tipos:
- As que dizem “minha religião é Deus”, ou coisa do tipo.
- As que acreditam que Jesus Cristo teve um filho com Maria Madalena, mas a Igreja Católica censurou essa parte em memória ao ciúme de um apóstolo escolhido a dedo pelo próprio Senhor Jesus Cristo.
- As que acreditam que Jesus Cristo acabou com o machismo da Lei de Moisés, apesar de que Moisés não escreveu a lei pela própria cabeça e Jesus disse que não veio revogar a lei.
- As que acreditam que a base do cristianismo é o amor ao próximo, como se Jesus fosse só um grande mestre.
- As que acreditam que as regras bíblicas que menosprezavam as mulheres eram só costumes da época e não fazem sentido hoje (mas isso não tira o valor da Bíblia).
- As que acreditam que nenhuma mulher é pior só porque não é mulher de um homem só, mas pra elas, sexo é só com o marido ou namorado.
- As que aceitam o divórcio, apesar de a Bíblia ser contra.
- As que acreditam que Jesus Cristo teve muito valor mas não era Deus.
- Lésbicas assumidas, apesar de a Bíblia condenar o homossexualismo.
Ou seja, a religião de Deus ou dos homens machistas virou produto personalizado pra pseudointelectuais. Onde está Deus nesta hora?
Mas essa bagunça é só até a religião das mulheres voltar. Os homens fizeram muita porcaria, mas fizeram quase tudo que faz o mundo ser decente hoje. Até hoje, as mulheres seguiram as religiões machistas, ensinaram essas religiões aos seus filhos e até defenderam essas religiões porque essas religiões lhes davam maridos provedores, isolavam as outras mulheres dos seus maridos e combinavam com a sua falta de nobreza de espírito e inteligência. Agora, essas mulherzinhas vão pegar o que os homens fizeram de bom e meter o pé na bunda deles, como elas mais fazem, pra fazer a religião delas. E se você já achava Deus um filho da mãe, ele não tinha TPM.
As duas maiores religiões do mundo hoje veneram uma mulher
E por falar em adoração de deusa, qual a maior igreja do mundo? Igreja Católica Apostólica Romana. Venera uma mulher: Maria. Com base em quê? A moça foi só a barriga de aluguel de Jesus Cristo. Ela nem aparece muito na Bíblia. Na Bíblia, ela nunca recebeu autoridade nenhuma, nem do próprio Jesus Cristo. Ela foi uma boa discípula, mas igual aos outros bons. A última vez que ela é mencionada é em Atos 1: 14. Mas a mocinha vira virgem a vida toda (os irmãos citados em Mateus 13: 55 eram primos), também teve um nascimento milagroso anunciado por um anjo e ainda ascendeu aos céus mais ou menos como o filho. Tudo isso baseado em material à parte. Pra vocês terem uma ideia, o dogma da assunção de Maria é de 1950. Mas o povão era proibido de ler a Bíblia, só conhecia a Bíblia do que o padre lia na missa (em latim), então nem sabia que a Nossa senhora não tinha nada a ver com a Maria.
Mas a Maria mãe de Deus, em vez da mocinha submissa, ficava melhor pra mulherada infeliz e analfabeta, né? Foi uma jogada igual à do Carnaval, pra deixar metade da população quietinha e ainda defendendo a Igreja. Percebeu que até hoje as pessoas mais ativas e mais defensoras da igreja e do cristanismo geralmente são vovós horrorosas e ou pseudointelectuais ou ignorantes mesmo?
Tem um livro chamado “The Two Babylons”, do Alexander Hislop, mostrando como o catolicismo veio da religião babilônica. Você pode ler (em inglês) em http://whitehorsemedia.com/docs/THE_TWO_BABYLONS.pdf.
E qual a segunda maior religião do mundo? O Islamismo. Também fala da Maria. Olha só:
16 E menciona Maria, no Livro, a qual se separou de sua família, indo para um local que dava para o leste.
17 E colocou uma cortina para ocultar-se dela (da família), e lhe enviamos o Nosso Espírito, que lhe apareceu personificado, como um homem perfeito.
18 Disse-lhe ela: Guardo-me de ti no Clemente, se é que temes a Deus.
19 Explicou-lhe: Sou tão-somente o mensageiro do teu Senhor, para agraciar-te com um filho imaculado.
20 Disse-lhe: Como poderei ter um filho, se nenhum homem me tocou e jamais deixei de ser casta?
21 Disse-lhe: Assim será, porque teu Senhor disse: Isso Me é fácil! E faremos disso um sinal para os homens, e será uma prova de Nossa misericórdia. E foi uma ordem inexorável.
22 E quando concebeu, retirou-se, com um rebento a um lugar afastado.
23 As dores do parto a constrangeram a refugiar-se junto a uma tamareira. Disse: Oxalá eu tivesse morrido antes disto, ficando completamente esquecida.
24 Porém, chamou-a uma voz, junto a ela: Não te atormentes, porque teu Senhor fez correr um riacho a teus pés!
25 E sacode o tronco da tamareira, de onde cairão sobre ti tâmaras madura e frescas.
26 Come, pois, bebe e consola-te; e se vires algum humano, faze-o saber que fizeste um voto de jejum ao Clemente, e que hoje não poderás falar com pessoa alguma.
27 Regressou ao seu povo levando-o (o filho) nos braços. E lhes disseram: Ó Maria, eis que fizeste algo extraordinário!
28 Ó irmão de Aarão, teu pai jamais foi um homem do mal, nem tua mãe uma (mulher) sem castidade!
29 Então ela lhes indicou que interrogassem o menino. Disseram: Como falaremos a uma criança que ainda está no berço?
30 Ele lhes disse: Sou o servo de Deus, o Qual me concedeu o Livro e me designou como profeta.
31 Fez-me abençoado, onde quer que eu esteja, e me encomendou a oração e (a paga do) zakat enquanto eu viver.
32 E me fez piedoso para com a minha mãe, não permitindo que eu seja arrogante ou rebelde.
33 A paz está comigo, desde o dia em que nasci; estará comigo no dia em que eu morrer, bem como no dia em que eu for ressuscitado.
34 Este é Jesus, filho de Maria; é a pura verdade, da qual duvidam.
Alcorão, sura 19 (Máriam), 16 a 34
Ah, e isso teria a ver também com nós não termos nenhuma mulher ateia do nível de Carl Sagan ou Richard Dawkins?
Por último: uma diferença entre machistas e masculinistas
Os machistas querem a volta à década de 60 ou coisa pior. Acham que toda mulher que não é uma beata fanática, ou pelo menos uma mulher que não sabe o que é vida social porque está amarrada a um homem, é uma vagabunda que dá pra mil homens. Já os masculinistas não julgam a mulher pela quantidade de parceiros, eles até acham que a mulher devia se orgulhar de transar com um homem pelo prazer e pelo dar prazer, sem querer prendê-lo a um casamento. O masculinista acha que o casamento é uma asneira injustificável, exatamente o contrário do que o machista pensa. O masculinista acha que valores são mais que combater a religião dos outros, ou a falta de religião dos outros, ter horror a pica pras mulheres ou medo de buceta para os homens e preservar a família, geralmente um bando de alienados e grossos sem nada em especial que estão juntos por puro acaso. Exatamente o contrário do que o machista pensa. Os machistas sempre defendem a religião. Os masculinistas quando falam de convicções religiosas, sempre se declaram ateus ou agnósticos.
Quem mais você já ouviu dizer o que você ouve (ou lê) dos machistas? Reparou que os machistas, mesmo que se intitulem masculinistas, parecem a sua avó beata horrorosa e semianalfabeta falando?
Mas qual é mesmo o título desta série?
A série “O machismo foi criado pelas mulheres”
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Atriz iraniana Marzieh Vafamehr é condenada a prisão e chibatadas: e cadê as feministas e a turma do respeito às diferenças religiosas?
Atriz iraniana Marzieh Vafamehr é condenada a 1 ano de prisão e 90 chicotadas
Teerã, 10 out (EFE).- A atriz iraniana Marzieh Vafamehrha foi condenada a um ano de prisão e 90 chicotadas por sua participação no filme “My Tehran for Sale”, informou nesta segunda-feira o site “Kalameh”.
Depois de tomar conhecimento da sentença no último domingo, decretada por um tribunal de justiça do Teerã, o advogado de Marzieh apresentou um recurso à instância superior, acrescentou o site.
Mulher do cineasta iraniano Naser Taghvai, Marzieh foi detida no final de junho, segundo a mesma fonte, por ter atuado em um filme que narra os problemas de uma jovem artista para viajar à Austrália.
Taghvai declarou ao site “Kalameh” que outras pessoas envolvidas no filme também foram presas, mas somente Marzieh foi condenada. Segundo o cineasta iraniano, o filme contava com a permissão do Ministério de Cultura e Orientação Islâmica.
“Marzieh está em uma prisão de Garchak, em uma província de Teerã. O local é um antigo galinheiro que não apresenta as mínimas condições higiênicas”, completou o marido da atriz.
Produzido há quatro anos por Garanaz Musavi, uma cidadã iraniana que reside na Austrália, o filme foi resultado de uma tese universitária e contou com a participação de muitos estudantes, todos com a permissão das autoridades.
Apresentada em vários festivais, o filme chegou ao Irã por vias desconhecidas e acabou sendo distribuído no mercado negro. “Antes, o filme era vendido por menos de US$ 1. Agora, devido ao processo, está custando US$ 6″, completou Taghvai.
A pressão sobre os artistas, especialmente mulheres cineastas e atrizes, aumentou muito nos últimos meses no Irã e várias delas foram detidas, processadas e condenadas com diversas penas.
Irã: uma abominação medieval em pleno século XXI
A atriz iraniana Marzieh Vafamehr foi condenada a 90 chibatadas e um ano de prisão por nada, absolutamente nada que fosse considerado delito num país civilizado: ter atuado sem véu e com a cabeça raspada num filme australiano.
Esta notícia parece pertencer aos tempos infames da Inquisição, não ao século 21.
E ainda existem companheiros de esquerda que levam a sério um regime tão despótico, retrógrado e execrável!!!
Só há um lugar para estados teocráticos no mundo de hoje: a lixeira da História.
E apoiar tais abominações em nome de Marx, que as detestava, não é sequer realismo político, mas sim falta de conhecimentos teóricos básicos, de um mínimo de discernimento político… e de caráter!
Celso Lungaretti, do Náufrago da Utopia, http://naufrago-da-utopia.blogspot.com/2011/10/ira-uma-excrescencia-medieval-em-pleno.html
Comentários do Sistema Paraíso Concreto
Fazemos nossos os comentários do Celso Lungaretti. E acrescentamos duas coisas. A primeira é que Islamismo é isso. Islamismo é isso, religião é isso.
E a segunda coisa… primeiro vamos dar alguns dos textos mais recentes da srta. Tania Nienkotter Rocha:
terça-feira, 11 de outubro de 2011: “ONU lança primeira base global de dados sobre tráfico humano”
quinta-feira, 13 de outubro de 2011: “Aumenta a violência contra as mulheres no mundo”
quarta-feira, 19 de outubro de 2011: “Crianças palestinas são presas e torturadas em Israel”
sábado, 22 de outubro de 2011: “Mundo cruel: na Índia meninas indesejadas finalmente recebem nome em cerimonia”
segunda-feira, 24 de outubro de 2011: “Brasil: ‘exportador’ de meninas e mulheres para a prostituição na Europa”
E ela pulou essa? Por quê? Essa é a segunda coisa que a gente quer destacar: as feministas ignoram a violência contra a mulher no mundo islâmico. Pesquisar no Google Marzieh Vafamehr feminismo OR feminista não dá nenhum blog feminista em português ou em espanhol. Não há uma postagem que faça mais do que só copiar a notícia que não seja escrita por um HOMEM.
Leia “Como a guerra feminista contra os homens abriu o caminho para o islã”, do Reflexões Masculinas. Leia “Como a guerra feminista contra os homens abriu o caminho para o islã”, do Reflexões Masculinas. E no dia 30, o nosso “O machismo foi criado pelas mulheres – parte 6: se as religiões são machistas, por que até hoje as mulheres são minoria entre os não-religiosos?”
Nós vamos até fazer um compromisso público aqui: se Cynthia Semíramis ou Tania Rocha ou Lola Aronovich vierem aqui fazer um comentário, nós vamos aprovar sem ler. Elas não são mulheres pra vir aqui mesmo. Nós duas podemos prometer até a Abigail dar pro time do Atlético Mineiro inteiro e a Imaculada pro Cruzeiro se elas vierem, hehehehe.
Imaculada Virgínia Pereira Souto e 
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Só podia ser mulher e americana pra fazer esse estudo
Uma socióloga americana fez um estudo relacionando pornografia e violência. A cidadã diz: “Não significa que um cara que se masturba vendo pornografia irá estuprar uma mulher. Mas os estudos mostram que no caso de homens inclinados a praticar violência sexual, quanto mais pornografia eles assistirem, maior é a chance de eles cometerem crimes.” É claro que ela não vai dizer que quem lê revistas de sexo é estuprador.
Aqui vai uma pérola:
“Eu acho que a legislação deveria definir pornografia como uma violação dos direitos civis das mulheres.”
Outra:
“A pornografia precisa continuar aumentando o nível de humilhação das mulheres para manter o interesse dos homens.”
Será que a senhorita é também das lésbicas frustradas que se dizem feministas?
E essa aqui é a tal socióloga:

Veja se não é a cara da senhorita moralista dos infernos ruim de cama pra caramba que entrou pra universidade pra arrumar marido e nunca viu pornografia direito na vida. Pra falar que pornografia devia ser crime, ela deve ser uma daquelas que acham que mulher que usa maquiagem é puta. Também deve achar justo os Estados Unidos prenderem as prostitutas.
Gente, quem não viu a postagem “As citações feministas mais discriminatórias, odiosas e SUJAS da história”, do “O Perdedor mais Foda do Mundo”, dá uma passadinha lá. Vocês vão ver essas aqui:
“Todos os homens são estupradores e é tudo o que eles são. Eles nos estupram com seus olhos, suas leis e seus códigos.” (Marilyn French, novelista e feminista americana)
“Numa sociedade patriarcal, toda relação sexual heterossexual é estupro porque as mulheres, como um grupo, não são fortes o suficiente para consentir.” (Catherine MacKinnon in Professing Feminism: Cautionary Tales from the Strange World of Women’s Studies, p. 129)
É uma semelhança de se pensar, não é?
Eu vou reproduzir a entrevista na íntegra e um texto que eu e o Walter fizemos sobre pornografia, “Mostrando a pornografia como ela (não) é”, no blog O Reino de Deus. Nesse texto a gente mostra que dois estudos relacionando consumo de pornografia e violência sexual dizem o contrário do que ela e a crentalhada dizem.
Depois daquela pesquisa científica que diz que homem que trai tem QI baixo (mas pra mulher não tem nada a ver), a gente pode pensar duas vezes antes de engolir “descobertas científicas” sem separar as espinhas no canto da boca, ainda mais quando são feitas por mulher.
E quem nunca viu pornografia na vida pode dar uma olhada nessas duas páginas pra ver como é que a pesquisa da baranga protestante é séria: Croc Movies e JuggWorld. Ah, também tem outra, com homem pelado e com umas fotos de chupadinha na buceta: The Thumbnail Post – For Women Archive. Comenta essa, doutora.
Como diz a minha filhota, castidade é burrice. Viva a luxúria, a pica grande e o sexo grupal.
Beijos
Imaculada Virgínia Pereira Souto
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Pornografia aumenta violência sexual contra mulheres e crianças, diz socióloga americana
A socióloga americana Gail Dines é uma crítica feroz da indústria do entretenimento adulto. É uma das fundadoras do movimento Stop Porn Culture (algo como “Parem com a cultura pornô”), dá aulas de sociologia e gênero na Faculdade Wheelock, em Boston, nos Estados Unidos, e é figura fácil em programas da televisão americana para falar sobre a opressão sofrida pelas mulheres. Mas, em seu último livro, a discussão lançada por Gail vai além da imagem negativa que a pornografia constrói sobre as mulheres. Em “Pornland” (Terra do Pornô), lançado no fim de junho nos Estados Unidos, Gail levanta uma hipótese perturbadora. Os filmes pornográficos, acessados pela internet por qualquer adolescente, seriam os responsáveis pelo aumento de casos de violência sexual contra a mulher e contra crianças. “Os estudos mostram que entre 40% e 80% dos homens que fazem download de pornografia infantil acabarão se envolvendo em algum tipo de abuso contra menores”, disse Gail ao Mulher 7×7. Para a autora, a única solução seria definir por lei a pornografia como uma “violação de direitos”.
Mulher 7×7 – Não é muito forte dizer que a pornografia pode incentivar abusos sexuais contra mulheres e crianças?
Gail Dines – As imagens têm um impacto profundo sobre nós. Isso não significa que um cara que se masturba vendo pornografia irá estuprar uma mulher. Mas os estudos mostram que no caso de homens inclinados a praticar violência sexual, quanto mais pornografia eles assistirem, maior é a chance de eles cometerem crimes. Já entrevistei muito desses agressores e tenho certeza absoluta de que o crescimento da divulgação de materiais pornográfico usando crianças – ou explorando o universo infantil – está aumentando a violência sexual contra crianças. Algumas pesquisas mostram que entre 40% e 80% dos homens que baixam da internet pornografia infantil acabarão se envolvendo em algum tipo de abuso contra menores. Os estudos definitivamente sugerem que há uma ligação.
Qualquer tipo de pornografia pode incitar a violência?
Esse efeito pode ser gerado pela principal forma de pornografia produzida pela indústria do entretenimento. É aquela em que a mulher é subjugada pelos homens, sofre penetrações múltiplas. É o tipo de pornografia mais lucrativa para a indústria do entretenimento, são eles mesmos que falam isso. O que a pornografia faz é relacionar a sexualidade ao menosprezo pelas mulheres. É uma combinação muito ruim, especialmente quando pensamos que os meninos veem pornografia pela primeira vez por volta dos 13 anos. O que significa para um menino que ainda está desenvolvendo sua sexualidade ver esse tipo de pornografia? Quanto mais erotizamos essas imagens, mais dizemos aos homens que é dessa maneira que eles devem tratar as mulheres, que eles devem achar isso excitante. E os garotos vão construir suas identidades sexuais em torno dessas imagens.
Mas isso não quer dizer que todos se transformarão em estupradores.
Nós tendemos a estereotipar a discussão com “se ele assistir isso, vai estuprar”. Essa é só uma pequena porcentagem dos homens. Eu estou preocupada com a maior parte dos homens e como isso os afeta. O efeito é mais sutil e se traduz na maneira como um garoto pensa sobre a namorada, sobre como ele quer o sexo com ela, como encara sua sexualidade.
Na sua opinião, a pornografia se tornou mais violenta do que a década de 1970, quando feministas promoveram campanhas para denunciar a imagem de mulher-objeto que esses filmes transmitiam?
Não há comparação. Antes, o que era considerado um tipo de pornografia muito pesado, que tinha de ser comprado em lugares especiais, hoje é tido como normal. Os adolescentes podem baixar pela internet. Esse aumento da violência aconteceu porque os homens se entendiaram com a pornografia disponível. O acesso a esses materiais é tão fácil que os homens se tornaram insensíveis aos apelos do pornô. Por causa disso, a pornografia precisa continuar aumentando o nível de humilhação das mulheres para manter o interesse dos homens.
Algumas mulheres se colocaram atrás das câmeras e começaram a gravar filmes pornôs chamados feministas. Elas dizem mostrar a visão das mulheres sobre o sexo, sobre o que elas querem na cama. Qual é a sua opinião sobre esse tipo de produção?
Dei uma olhada em alguns vídeos e não vi nada criativo ou diferente da pornografia convencional. Eu concordo que não há violência, mas ainda há mulheres servindo como objeto para os homens, o corpo feminino ainda é um objeto sexual. O jeito como elas constroem as imagens e contam a história é muito similar. Isso não subverte a maneira como se vê o corpo feminino na pornografia.
Não há nenhum tipo de pornografia que seja saudável?
Se há, eu ainda não vi. Pornografia por definição são imagens baseadas na desigualdade, na humilhação, na desumanização. Eu não consigo aceitar que qualquer imagem desse tipo seja boa paras as pessoas.
Como controlar esses efeitos negativos da exposição à pornografia?
Eu acho que a legislação deveria definir pornografia como uma violação dos direitos civis das mulheres. Assim, elas poderiam processar os autores desses produtos por qualquer tipo de dano que físico que elas sofram. É claro que é difícil provar que esses danos foram estimulados pela pornografia. Mas, muitas vezes, é difícil provar violações de direitos previstos pela lei. Mas isso não os invalida.
Do blog Mulher 7 x 7, citado na Comunidade Prática Feminista, http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=171615&tid=5491875901442810231
Mostrando a pornografia como ela (não) é
Nós (os autores) reconhecemos que existem coisas realmente “cabulosas” na pornografia, que não vimos nem queremos ver. Mas concordamos que essas coisas (as “cabulosas”) não são coisas de gente normal. Também reconhecemos, e desaprovamos, que alguns materiais depreciam a mulher ou ao homem.
Vamos começar citando um texto cristão conhecido, “Qual o problema em gostar um pouco de pornografia?”, do rev. Augustus Nicodemus, com alguns comentários.
Consumir deliberadamente material pornográfico é contribuir para uma das indústrias mais florescentes do mundo e que, não poucas vezes, é controlada pelo crime organizado. Segundo um relatório oficial em 1986, a indústria pornográfica nos Estados Unidos é a terceira maior fonte de renda para o crime organizado, depois do jogo e das drogas, movimentando de 8 a 10 bilhões de dólares por ano.
NICODEMUS, Augustus. Qual o problema em gostar um pouco de pornografia? Disponível em http://www.ipb.org.br/estudos_biblicos/index.php3?id=6. Acesso em 02 de julho de 2009.
Apenas páginas cristãs com referência a este texto trazem o dado de que “a indústria pornográfica nos Estados Unidos é a terceira maior fonte de renda para o crime organizado”. Uma outra fonte traz que as três maiores fontes de renda ilegal no mundo são o tráfico de drogas, o tráfico de armas e o tráfico de pessoas1.
Não são poucos os relatórios feitos por comissões de pesquisadores que denunciam a estreita relação entre a pornografia e a crescente onda de estupros, assédio sexual e exploração infantil nos países “civilizados”. Vários dos temas mais comuns em pornografia do tipo hardcore incluem cenas de seqüestro e estupro de mulheres, geralmente com espancamento e tortura, além de outras formas obscenas de degradação. A mensagem que a pornografia passa aos consumidores é que quando a mulher diz “não” na verdade está dizendo “sim”, e que se o estuprador insistir, ela não somente aceitará como também passará a gostar. Assim, a violência contra a mulher é exposta como algo válido e normal. A mulher é vista como objeto sexual a ser usado ao bel-prazer dos homens.
(…) Associado com a pornografia hardcore está o surto de violência sexual contra as mulheres e crianças nas sociedades modernas onde esse material pode ser obtido facilmente. Estudos por especialistas americanos mostram que existe uma estreita relação entre pornografia e a prática de crimes sexuais. Eles afirmam que 82% dos encarcerados por crimes sexuais contra crianças e adolescentes admitiram que eram consumidores regulares de material pornográfico. O relatório oficial do chefe de polícia americano em 1991 diz: “Claramente a pornografia, quer com adultos ou crianças, é uma ferramenta insidiosa nas mãos dos pedofílicos [viciados em sexo com crianças]“. A pornografia está estreitamente associada ao crescente número de estupros nos países civilizados. Só nos Estados Unidos, o número conhecido pela polícia cresceu 500% em menos de 30 anos, que corresponde ao aumento da popularidade e facilidade em se encontrar material pornográfico. Cerca de 86% dos condenados por estupro admitiram imitação direta das cenas pornográficas que assistiam regularmente.
(idem)
Desconhecemos esses “não poucos” relatórios. Conhecemos apenas dois estudos sobre o assunto, que dizem o contrário:
Wilson estabeleceu uma correlação entre a maior disponibilidade de material pornográfico (1960 – 1969) e delitos sexuais cometidos por adolescentes. Contrariamente ao que se esperava, o total de prisões de jovens por delitos sexuais diminui de 4% enquanto as prisões por outros crimes dobraram.
(…) Gebhard analisou as atitudes de 1500 delinquentes sexuais presos por delitos sexuais, comparando-os a delinquentes não-sexuais e a não delinquentes. Os delinquentes sexuais apresentaram o mais baixo nível de excitação perante os estímulos, exceção feita a homossexuais. Também notou-se que o delinquente sexual tinha uma experiência menos freqüente e menos intensa de pornografia, particularmente os que tinham se aproveitado de meninas pequenas.
EDITORA EDUCACIONAL BRASILEIRA. Enciclopédia pedagógica da educação sexual: a sexologia sem preconceitos. Curitiba: Editora Educacional Brasileira, pág. 142. Grifo no original. Do título “A pornografia e seus efeitos”.
Mas se dermos crédito ao dado de que “82% dos encarcerados por crimes sexuais contra crianças e adolescentes admitiram que eram consumidores regulares de material pornográfico”, acharemos perfeitamente plausível que o comportamento criminoso os tenha levado a também consumir pornografia, não que a pornografia os tenha levado a esses crimes.
Uma pesquisa feita por Josh McDowell em 22 mil igrejas americanas revelou que 10% dos adolescentes havia aprendido o que sabiam sobre sexo em revistas pornográficas. 42% deles disse que nunca aprendeu qualquer coisa sobre o assunto da parte de seus pais. E outros 10% confessaram ter assistido a um filme de sexo explícito nos últimos 6 meses.
(idem)
Quanto à falta de educação sexual no meio cristão, o autor propõe “desenvolver uma abordagem que trate da sexualidade de forma bíblica, positiva e criativa; tratar desses temas desde cedo com os adolescentes da Igreja expondo o ensino bíblico de forma positiva”. Disse bem, mas isto soa como dizer “já que não conseguimos proibir a educação sexual nas escolas, temos de administrar essa derrota”.
O autor cita no texto que pornografia pode ser encontrada no Brasil em “canais abertos de televisão”. Que haja banalização do sexo na televisão, nós concordamos. Mas será que entendemos a mesma coisa como pornografia?
Agora, vamos a um texto ilustrativo de Cristiane Cardoso. Vamos fazer comentários a esse texto que também servirão ao anterior:
Pornografia
Fiquei horrorizada outro dia quando visitei um fórum de discussões numa página do facebook sobre o filme Prova de fogo. As pessoas estavam condenando o filme pela sua mensagem contra a pornografia. De acordo com elas, isto é bom para o relacionamento sexual no casamento, pois apimenta mais as coisas. Eu queria gritar: “HOLA da terra! Que tipo de argumento é esse? Em que ano nós estamos?
Eis aqui o que eu penso sobre a pornografia. Ela é uma forma de denegrir a imagem das mulheres, do sexo e dos relacionamentos. Ela faz os homens parecerem animais e as mulheres um lixo. E por quê? Em quem você acha que o seu marido está pensando quando está na cama com você depois desse tipo de filme? Quem excita o seu marido, você ou o filme? E você ainda pensa que está tudo bem? Eu sinto muito por você – você de fato não enxerga o seu valor.
E para completar, este mal escancarado tem criado pervertidos dentro de boas famílias, os quais depois de um tempo, quando tudo se torna repetitivo, passam para a pornografia infantil. E já que a compulsão por coisas novas continua a lhes pedir por mais, eles se tornam estupradores. E o ciclo continua, bem diante dos nossos narizes, com a aprovação da maioria dos cidadãos deste mundo, pornografia não tem problema – dizem eles.
As mulheres não são objetos sexuais. As mulheres devem ser respeitadas, admiradas e cuidadas. Se você olha para a mulher da forma como eles retratam nestes filmes, vídeos, sites, revistas, rádio e canais de TV (note como esta peste se espalha!), você não a merece de forma alguma, seja ela uma amiga, uma esposa, uma namorada ou uma filha.
Na fé,
Cristiane Cardoso
CARDOSO, Cristiane. Pornografia. Melhor do que Comprar Sapatos, 12 de Março de 2009. Disponível em http://melhordoquecomprarsapatos.blogspot.com/2009/03/pornografia.html. Acesso em 02 de julho de 2009.
A pornografia comum não leva à pedofilia. Seria estranho um homem se interessar por crianças depois de se acostumar com corpos maiores com seios mais desenvolvidos.
A pornografia comum não leva ao estupro. O estupro não vem mais da vontade de fazer sexo do que do desprezo à mulher em geral ou da vontade de se vingar da vítima em particular. Claro que certas cenas são inspiradoras, mas quando realizá-las não é possível, o alívio pode vir de outras formas. Duvidamos que alguém se reconheça num desses textos que mostra a pornografia comum levando a crimes ou perversões sexuais.
A pornografia comum não leva ao desrespeito à mulher. Quem não tinha antes uma visão pejorativa da mulher não se agradará de uma cena ou palavras onde ela é desrespeitada, nem de imediato nem com a repetição. Somos feministas, mas nem por isso dizemos que uma cena de sexo é desrespeito à mulher e ponto final. Reconhecemos que a mulher não se resume ao seu corpo. Aliás, nós acreditamos que desrespeito à mulher e não reconhecer que uma mulher é mais do que um corpo é acreditar que sua qualificação moral anda na direção contrária a quanto ela gosta de sexo ou quanto e com quantos ela já usou seu órgão sexual. Nós, e algumas pessoas que gostam de pornografia (normal, bem entendido), achamos uma violência contra a mulher que Deus tenha achado digna de morte a mulher que perdeu a virgindade antes do casamento (Dt 22. 13 – 22), ao passo que os cristãos mais devotos crêem que alguma coisa, pelo menos na época, poderia justificar tal mandamento.
O combate à pornografia causa males reais sob a alegação de combater males alguns reais e outros imaginários. Uma professora foi suspensa na Itália, em novembro de 2007, por ter gravado vídeos eróticos2. Na China, o governo fechou 91 páginas por oferecer “conteúdos obscenos”3 e determinou que os computadores fossem vendidos com um programa para bloquear tais conteúdos4. Não é de surpreender que este seja o mesmo país onde um número estimado de trinta mil fiscais vigiam fóruns de debates e apagam comentários sobre temas proibidos5, sendo que quase todas as conexões do país passam por dezessete cabos6. Concordamos que a pornografia infantil é problemática e deve ser combatida, mas a educação sexual, o ensino de valores sólidos e a conquista da confiança dos filhos pelos pais são uma medida mais eficaz que bloquear o acesso das crianças a isso ou aquilo. Os filtros anti-sexo para proteger os menores são os protótipos de filtros contra qualquer conteúdo que convenha a um governo ou uma religião proibir.
E pornografia para pessoas normais existe. Para quem quiser conhecer grupos de material sexual sem perversões, nós temos no Sistema Paraíso Concreto os grupos Paraíso Concreto Sexo e A Vez das Mulheres no Grupos e no Google, sendo estes dois exclusivos para mulheres heterossexuais. Estes grupos só são visíveis para membros, mas parte do conteúdo está nos grupos Sexo e Conversa e A Vez das Mulheres 2.
O que um cristão escreve sobre pornografia não é dirigido a quem a conhece e a procura, mas a quem não a conhece nem quer conhecer, que são exatamente os cristãos. O cristão mediano conhece mal outros ramos do próprio Cristianismo, e pior ainda quem não leva seu Deus tão a sério quanto ele. Vício em pornografia até existe, e deve ser tratado. Mas o que se diz no meio cristão sobre pornografia não é para que um cristão possa ajudar um compulsivo e evitar o perigo de ele mesmo se tornar um, mas para convencer homens e mulheres sexualmente insatisfeitos e jovens que cresceram levados à igreja pelos pais a continuarem a demonizar o sexo.
Imaculada Virgínia Pereira Souto e Walter Nunes Braz Júnior
O Reino de Deus – Sistema Paraíso Concreto
Também disponível (com fotos) em http://avezdasmulheres.thumblogger.com/home/log/2009/29/parte-1-mostrando-a-porno.html e http://avezdasmulheres.thumblogger.com/home/log/2009/29/parte-2-mostrando-a-porno.html
1 NEGRÃO, Patrícia. Contra o tráfico de mulheres e crianças. Cláudia, ed. Abril, [s. d.]. Disponível em http://claudia.abril.com.br/materias/3551/?sh=31&cnl=35. Acesso em 02 de julho de 2009.
2 EFE. Professora italiana divulga vídeos eróticos e é suspensa. G1, 22 de novembro de 2007. Disponível em http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL189048-5602,00-PROFESSORA+ITALIANA+DIVULGA+VIDEOS+EROTICOS+E+E+SUSPENSA.html. Acesso em 02 de julho de 2009.
3 EFE. Governo chinês fecha 91 sites com pornografia. G1, 11 de janeiro de 2009. Disponível em http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL951068-6174,00-GOVERNO+CHINES+FECHA+SITES+COM+PORNOGRAFIA.html. Acesso em 02 de julho de 2009.
4 AP. PCs vendidos na China terão software para bloquear pornografia. G1, 08 de junho de 2009. Disponível em http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1186714-6174,00-PCS+VENDIDOS+NA+CHINA+TERAO+SOFTWARE+PARA+BLOQUEAR+PORNOGRAFIA.html. Acesso em 02 de julho de 2009.
5 LORES, Raul Juste. Internet na China é monitorada por 30 mil pessoas, que até apagam posts. Folha Online, 10 de agosto de 2008. Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u431438.shtml. Acesso em 10 de julho de 2009.
6 GARATTONI, Bruno. A outra Muralha da China. Superinteressante, ed. Abril, nº 255, agosto de 2008. Disponível em http://super.abril.com.br/revista/255/materia_revista_290808.shtml?pagina=1. Acesso em 22 de dezembro de 2008
O Reino de Deus, 15 de julho de 2009, http://oreinodedeus.wordpress.com/2009/07/15/mostrando-a-p-como-ela-nao-e/.
“Proibido pornografia”: a ética tosca dos religiosos 2 – pérolas das criaturas
Um comentário no A Vez dos Homens que Prestam
“Como eu já disse, não tenho nada contra atrizes p… “Como eu já disse, não tenho nada contra atrizes pornôs. Eu mesma e a minha mãe temos alguns grupos de putaria na internet, e quem sabe eu mesma acabe fazendo uns filminhos pornôs também, amadores ou até profissionalmente mesmo”….
e depois disso vc vai querer casar com um cara de boa e mudar pra outra cidade???…. e outra se eu tivesse uma mãe ou avó que me mostrase um trabalho sujo e nojento como esse EU A HUMILHARIA CUSPIRIA NA CARA E DEPOIS NUNCA MAIS IA QUERER VER NA MINHA FRENTE…. me da vontade de vomitar quando leio essas coisas, quanta gente podre que existe nesse mundo
(WesleyBarreira, comentário em “O caso Eliza Samudio / Fernanda Faria e as mulheres que tentam abafar o passado”)
Comentários de A Vez das Mulheres de Verdade
Pra essa turma cristã sexo é uma coisa abominável. Ninguém fala de humilhar e cuspir na cara de um pastor envolvido com pedofilia e tráfico de drogas. Veja “‘Proibido pornografia’: a ética tosca dos religiosos”.
Beijos
Imaculada Virgínia Pereira Souto
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Só na porcaria do mundo islâmico mesmo: casal preso por beijo em público
Casal britânico julgado por beijo em público
Um casal britânico condenado a um mês de prisão por ter dado um beijo em público em Dubai, conhecerá em 4 de abril o resultado de um recurso contra o veredicto.
O casal foi acusado de ter cometido um ato sexual em público ao se beijar na boca, segundo o advogado Jalaf Al Hosani.
Apesar de Dubai – destino turístico e cidade cosmopolita – ser liberal neste tipo de situação, os comportamentos ostensivos são proibidos.
Identificados pela imprensa britânica como Ayman Najafi, 24 anos, um jovem que trabalha em Dubai, e Charlotte Lewis, 25, que visitava o emirado, os dois britânicos foram detidos em novembro, depois que uma cidadã de Dubai os acusou por um beijo na boca em um restaurante de um elegante bairro residencial.
Também são acusados pelo consumo de bebida alcoólica, acusação que admitem, mas afirmam que o beijo foi apenas na bochecha. Eles estão em liberdade sob fiança desde que foram condenados em primeira instância em janeiro.
Comentário de A Vez das Mulheres
Mas esse pessoal é um bando de velha histérica mal-comida mesmo. Depois vêm os bestas do politicamente correto falar que isso é cultura e a gente tem que respeitar as diferenças.
E essa praga vem crescendo no mundo. Se eu fosse forte e viesse alguém me pregar o Islamismo, eu ia encher de porrada. Se a gente não fizer isso quando eles vierem, eles tomam conta e o Brasil vira essa porcaria também.
Imaculada Virgínia Pereira Souto
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Educação sexual na escola com reverência ao velho puritanismo
Educação sexual na escola com respeito
Minas é o único Estado que não distribui camisinhas para alunos
A revolta de um pai do interior de São Paulo contra o kit utilizado pela escola da filha nas aulas de orientação sexual levantou a discussão sobre o delicado tema. Um pênis de plástico teria sido utilizado para demonstrar como se coloca uma camisinha para os alunos em sala de aula.
Posições como essa, são levadas a sério e tratadas com cuidado pelos especialistas e coordenadores de programas voltados à sexualidade e juventude nas escolas em Minas Gerais. O Estado é o único que não participou do programa de distribuição de camisinhas nas escolas do Ministério da Educação por achar que os mineiros não se adaptariam à idéia do governo federal.
“Não distribuímos camisinhas porque Minas é um Estado conservador e optamos por fazer uma parceria com as unidades de saúde”, explicou a coordenadora do Programa Educacional de Atenção ao Jovem (PEAS), Kátia Canguçu.
De acordo com a idade
Com 14 anos de existência, o Programa Educacional de Atenção ao Jovem (Peas) trabalha atualmente com 642 escolas mineiras, sendo que dessas 290 já desenvolvem o enfoque da educação afetivo-sexual. Mesmo com a evolução do programa que passou a enfocar as temáticas de adolescência e cidadania e juventude e trabalho, a procura pelo tema afetivo-sexual sai na frente nas inscrições anuais.
“Nós trabalhamos com alunos da 5ª série ao 3º ano. Os temas são diferenciados para cada faixa etária. Os meninos de dez anos não vão receber o mesmo conteúdo dos maiores”, disse a coordenadora do programa da Secretaria Estadual de Educação, Kátia Canguçu.
Parceria fundamental
Sobre os trabalhos com objetos demonstrativos nas aulas de orientação sexual nas escolas de Minas Gerais, Kátia Canguçu, coordenadora do PEAS, afirma que a parceria com as unidades de saúde é fundamental na didática.
“Quando a escola vai trabalhar com o ensino médio ela vai buscar no posto de saúde o material. Nós nunca trabalharíamos com um menino de 5ª série. É uma criança. Para você fazer um trabalho desse você tem que saber o público que você vai trabalhar com o material.”

“Minhas filhas têm 10 e 11 anos e acho muito novas para ter essas orientações.”
Ana Lúcia Maria de Souza, 30 anos
Dona-de-casa
“Não acho errado usar objetos para mostrar os cuidados para proteção no ato sexual.”
Giovana Aparecia Avelino, 38 anos
Comerciante
“Tenho três filhos e acho importante a educação sexual feita na escola”
Ubirajara Orlando Júnior, 41 anos
Motorista
“Acho muito bom que a escola trabalhe a sexualidade. As crianças têm que ficar alertas”
Luiz Carlos Santana, 39 anos
Técnico em informática
—
SUPER NOTÍCIA. Educação sexual na escola com respeito. Super Notícia, 02 de dezembro de 2008. Disponível em <http://www.otempo.com.br/supernoticia/noticias/?IdNoticia=20443>. Acesso em 04 de dezembro de 2008.
Comentário de A Vez das Mulheres e O Reino de Deus
Um senhor, certamente de alta devoção e provavelmente de baixa instrução, se incomoda com a escola de sua filha abordar o ignóbil tema do sexo. Só esse caso já faz educadores tremerem nas bases. O Brasil é do Senhor Jesus!
Sem querer fazer referências pessoais, mas até fazendo, repararam na senhora que disse que suas filhas são “muito novas para ter essas orientações”? A filha dela de 11 anos foi concebida, fazendo as contas, quando a mãe tinha 18. Ela estava preparada? Planejou a gravidez? Tinha orientações? Ela não deveria concordar, como os outros citados, pela experiência que teve?
Lamentável o temor grande e imerecido que educadores prestam às igrejas cristãs e aos pais sexualmente insatisfeitos que lhes são massa de manobra. Deveriam se lembrar de que “respeitar” a Igreja Católica até hoje nos teria custado desde uma medicina paralisada na Idade Antiga até u’a Matemática sem o número zero. “Respeitar” pais moralistas é “respeitar” o sonho estúpido de uma sociedade com mulheres casadas no fim da adolescência, virgens e sem conhecimentos de sexo, o que para muitos estúpidos significa mulheres fiéis e submissas aos maridos, o que para muitos imbecis é uma visão do Paraíso.
Walter Nunes Braz Júnior
A Vez das Mulheres – Sistema Paraíso Concreto
O Reino de Deus: oreinodedeus@grupos.com.br






